domingo, 28 de maio de 2017

E possivel ter liberdade financeira?

VALORES ETERNOS ( Efésios 1:3-2:6).
O que é materialismo? ( Pv 11:4 e Ecl 5:11)
Quem é o nosso senhor ? (Lc 16)
O que vem primeiro ? ( Lc 12:22-34).
a) Aparências externas ( 22-26)
b) Não desperdice seu tempo ( 27-30).
c) confie no Senhor ( 31-34). Ele nos sustenta.
A CAMINHO DA LIBERDADE FINANCEIRA .
O caminho da liberdade financeira não é rapido, mas pode ser alcançado.
Estabeleça disciplina.
Esteja atento a propaganda que manipula.
Faça um orçamento
Simplifique sua vida.
Livre das dividas ( Dt 15:6, Rm 13:8)

terça-feira, 7 de março de 2017

No Retirement Savings at 30? $1 Million Is Still in Reach

No Retirement Savings at 30? $1 Million Is Still in Reach

5 Tips for Investing in Your 30s
In your 20s, funding your retirement might have sounded like a good goal — for your 30s. Now that your 30s are here, you may be wondering whether it’s too late to build the nest egg of your dreams.
Good news: You’re definitely not too old to reap the benefits of investing. Getting started now gives you plenty of reasonable paths to build a healthy $1 million by retirement. Here what’s you can do to achieve that goal.

A word on advisors

You may be wondering whether you need a financial advisor to start this journey. While many investors find comfort in having a professional watch over their portfolio, that comfort comes at a price in the form of management fees.
A new approach to this dilemma has appeared in recent years. Robo-advisors, which use a computer algorithm to build and manage your portfolio for an annual fee, offer retirement savers a low-maintenance, low-cost option that still emphasizes investment performance.

Choosing the right retirement accounts
If you have a 401(k) through your employer, this is a good place to start your savings. That’s because the 401(k) has a high annual contribution limit — currently $18,000 — and contributions get swept into the account directly from your paycheck before taxes. Perhaps best of all, many employers will match your contributions, at least up to a cap.
Those employer matches make getting to $1 million much easier. Let’s pretend you make $50,000 and begin saving at age 30. Assuming 2% annual salary increases and a 6% average annual return, saving 10% each year and collecting a 3% match will net you a little over $1 million by age 67.

No 401(k)?

It’s OK if you don’t have a 401(k), or if your 401(k) lacks a company match or attractive investment options. You can also build retirement savings with an individual retirement account, such as a Roth IRA.
Unlike a 401(k), with a Roth IRA your contributions go in after tax, which means no taxes are deducted when you take the money out in retirement. Your money also grows tax-free in a Roth IRA. If you’d prefer to make pre-tax contributions, you can go with a traditional IRA, which gives you a tax deduction now but requires you pay taxes on distributions in retirement.
The downside? If you’re in your 30s, you can contribute only $5,500 to an IRA in 2017, and saving $5,500 each year won’t quite land you $1 million if you begin at age 30. At a 6% return, you’ll end up with about $740,000 at age 67 — though that’s $740,000 you’ll be able to draw on tax-free later.
But if you complement your Roth IRA by saving just 3% of your $50,000 salary in a non-match 401(k) or similar investment vehicle with an average return of 6%, you’ll end up with an additional $264,000 at age 67 — and just over $1 million in total retirement savings.

  • Thinking beyond retirement
Retirement is the universal long-term goal, but it’s often treated as the only goal. You can save and invest for other things, and in your 30s, those other things tend to come up more: college for your kids, vacations with your partner or a down payment for a house.
The trick is to prioritize these goals. Retirement should come first, but you can divert money toward these other goals by saving more when you get a raise, stashing away windfalls and taking advantage of changing expenses. This will maximize the amount you have to invest toward your goals.

A.Alves

Como o Brasil entrou (e pode sair) da maior recessão da história

Dois anos seguidos de recessão. 3 anos de queda no investimento. Queda de 11% no PIB per capita. A retomada vai acontecer?

São Paulo – É oficial: o Brasil teve dois anos seguidos de recessão, o que não acontecia desde os anos 30.
A queda do PIB foi de 3,8% em 2015 e 3,6% em 2016, de acordo com os dados divulgados hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O órgão confirmou que a queda acumulada de 7,2% é a pior pelo menos desde 1948, quando começa a série histórica.
O resultado trimestral anualizado foi o pior entre 38 países, segundo ranking divulgado hoje pela Austin Ratings.
O PIB per capita, que divide o bolo econômico pelo número de habitantes, despencou 11% desde o final de 2014.
Foram 8 trimestres seguidos de queda tanto no número final quanto em seu principal componente: o consumo das famílias.
É um reflexo da inflação alta, do crédito escasso e da eliminação de quase 3 milhões de postos de trabalho, o que ajudou a praticamente dobrar a taxa de desemprego em 2 anos, de 6,8% para 12,6%.
“O consumo cresceu demais e agora estamos vendo o reverso. Quando você tem crescimento com expansão de crédito a retomada é mais lenta porque você tem que fazer desalavancagem. Isso também vale para as empresas e para o governo”, diz Silvia Matos, coordenadora técnica do Boletim Macro do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV).
Chama a atenção, pelo lado da despesa, que o consumo do governo tenha caído apenas 1,1% em 2015 e 0,6% em 2016.
A maior reforma fiscal aprovada até agora, o teto de gastos, começa a valer só a partir desse ano, e a margem para cortes é limitada porque rubricas centrais (como Previdência) são obrigatórias por lei.
“Um dos grandes responsáveis pela crise foi o desarranjo das contas públicas e quem está ajustando é o setor privado”, resume Alberto Ramos, diretor para América Latina do Goldman Sachs.
O investimento, primeira vítima da crise mesmo antes da recessão se confirmar, cai há 11 trimestres consecutivos.
A taxa de investimento em relação ao PIB caiu quase dois pontos percentuais só em 2016, indo de 18,1% para 16,4% – a pior da série histórica iniciada em 1996.
Otto Nogami, professor do Insper, nota que o investimento tem um efeito multiplicador e calcula que para cada 1 real investido, de 3 a 4 reais são gerados no longo prazo.
A esperança nesse quesito vem da possibilidade de um bom andamento das concessões (o governo deve anunciar um novo plano ainda hoje), mas o setor privado ainda está em compasso de espera.
“Porque o investimento iria bombar se há capacidade ociosa e incerteza politica? E ainda tem eleição ano que vem. Qualquer sinal negativo pode acabar com essa lua de mel”, diz Silvia.
No lado industrial, a recuperação dos estoques já esgotados deve contribuir para o lado da oferta, mas a construção civil, que caiu 7,5% em 2016 e tem um peso grande, ainda depende da recuperação do crédito.
Um grande alívio nesse sentido é que as projeções de inflação finalmente estão entrando no centro da meta, com o Banco Central indicando que pode acelerar o ritmo de cortes nas taxas de juros.
Os dados de confiança tem vindo mais positivos em todos os setores, e o recuo do risco-país, apreciação do real e valorização da bolsa nos últimos meses expressam otimismo no mercado financeiro.
“O comportamento dos preços das ações – sintetizado pelo Ibovespa – é, historicamente, um razoável indicador antecedente do crescimento do PIB, não somente no Brasil mas em boa parte do mundo.”, diz um relatório da LCA Consultores.
Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, tem uma visão positiva de 2017 a começar pela agricultura, que teve a maior queda do ano passado (-6,6%).
“Os sinais para esse ano são positivos, a começar do agronegócio, que vai ter uma safra bastante forte. O impacto será bastante positivo ao longo do ano, com crescimento esperado no setor de 7,7%.”
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, destacou na manhã de hoje que os dados divulgados hoje são um “olhar no espelho retrovisor”.
Ele prevê crescimento anualizado de 3,2% no último trimestre, mas a média do ano deve ser bem mais baixa. O motivo é que um buraco tão fundo continua influenciando os dados por um tempo.
“O carry over (ou a ‘herança estatística”) de 2016 para 2017 é de -1,1% ou seja, mesmo que em todos os trimestres o crescimento seja nulo a economia em 2017 terá contração de -1,1%”, diz nota do Banco Fibra assinada pelo economista-chefe Cristiano Oliveira.
As projeções de crescimento para este ano vão de 0,4%, segundo o IBRE/FGV (que acertou o número trimestral), a 0,6% segundo o Goldman e 1% segundo a MB Associados e o Fibra.